
domingo, 23 de outubro de 2011
"Ninguém nasce leitor"
É, como sempre foi, um lugar de procura de saber. Mas hoje o que se procura, o que se encontra, o modo como se opera para encontrar, as tecnologias que usamos, não são apenas a tecnologia do livro – temos recursos em suporte papel e em suporte digital. E as bibliotecas escolares são também os professores bibliotecários. São eles os orientadores, quem transmite aos miúdos uma consciência dos méritos e das vantagens acrescidas, mas não escondendo os seus perigos – no sentido da ilusão de que tudo o que está na internet é verdadeiro. A era da web não pode viver só da destreza, tem de viver de competências que não são inatas. Nenhum leitor nasce leitor. E isso é válido tanto para a tecnologia do livro como para o ambiente digital. Os leitores fazem-se com trabalho, com produção, com prática continuada." (excerto)
Revista Visão, 20 de Outubro de 2011
Teresa Calçada
Teresa Calçada
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
A Grande Reclusa

Não sou Ninguém! Quem és?
És tu - Ninguém - também?
Há, pois, um par de nós?
Não fales! Não vão eles - contar!
Que horror - o ser - Alguém!
Que vulgar - como Rã -
Passar o Junho todo - a anunciar o nome
A charco de pasmar!
Emily Dickinson (1830-1886) – Solteira por convicção, auto-exilou-se dentro de casa e, por isso, é conhecida como A Grande Reclusa.
A sua poesia, ambígua, irónica, fragmentada, aberta a várias possibilidades de interpretação, antecipa, sob muitos aspectos, os movimentos modernistas que se sucederiam depois de sua morte.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Um caso misterioso
É inacreditável! Quem é que me explica o que aconteceu? Já é o terceiro dia que passo deitado no sofá, e tremo de medo. Não compreendo nada.
Continua em Setembro!!
Eis o que aconteceu:
No meu quarto, na parede, está um retrato do meu amigo Karl Ivánovitch Schusterling. Anteontem, estava eu a arrumar o meu quarto, e tirei o quadro da parede, limpei-lhe o pó e voltei a pendurá-lo. Depois afastei-me um pouco para ver, à distância, se não teria ficado torto. Mas, quando olhei, as pernas gelaram-me e os cabelos puseram-se-me em pé. Em vez do Karl Ivánovitch Schusterling, olhava-me da parede do quarto um...
Continua em Setembro!!
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