quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
António Guerra expõe no"Nervo" - um novo espaço cultural em Alcobaça
No próximo dia 18 de Janeiro, às 17.00, vai nascer um novo espaço de intervenção cultural, na cave do Café D.Abade: a galeria de arte Nervo.
A inauguração é assinalada com um exposição de fotografias:Estados de Alma, uma faceta diferente do engenheiro alcobacense, António Guerra.
Quer melhor proposta para uma sábado de Inverno?
A inauguração é assinalada com um exposição de fotografias:Estados de Alma, uma faceta diferente do engenheiro alcobacense, António Guerra.
Quer melhor proposta para uma sábado de Inverno?
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
"Canto D' Inês" - o nosso Jornal!
O "Canto D'Inês", com um novo formato, mas com a qualidade de sempre, vai estar à venda, a partir de 9 de Dezembro.
Se é professor,aluno,funcionário ou amigo a Esdica,compre,na biblioteca,o "Região de Cister" e procure a nossa separata.
Se é professor,aluno,funcionário ou amigo a Esdica,compre,na biblioteca,o "Região de Cister" e procure a nossa separata.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Fernando Pessoa
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
CNL

No próximo dia 15 de Dezembro, às 15.00h., em sala a definir, realiza-se a Prova Escrita do CNL.
Boas Leituras!
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sábado, 27 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Percursora da Banda Desenhada?
DaB-NNyM8o
Este vídeo reproduz uma tapeçaria medieval que alguns historiadores consideram um antepassado muito remoto da BD.
Este vídeo reproduz uma tapeçaria medieval que alguns historiadores consideram um antepassado muito remoto da BD.
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Outono..
No entardecer da terra
O sopro do longo Outono
Amareleceu o chão.
Um vago vento erra,
Como um sonho mau num sono,
Na lívida solidão.

Soergue as folhas, e pousa
As folhas, e volve, e revolve,
E esvai-se inda outra vez.
Mas a folha não repousa,
O vento lívido volve
E expira na lividez.
Eu já não sou quem era;
O que eu sonhei, morri-o;
E até do que hoje sou
Amanhã direi, quem dera
Volver a sê-lo!... Mais frio
O vento vago voltou.
Fernando Pessoa
O sopro do longo Outono
Amareleceu o chão.
Um vago vento erra,
Como um sonho mau num sono,
Na lívida solidão.

Soergue as folhas, e pousa
As folhas, e volve, e revolve,
E esvai-se inda outra vez.
Mas a folha não repousa,
O vento lívido volve
E expira na lividez.
Eu já não sou quem era;
O que eu sonhei, morri-o;
E até do que hoje sou
Amanhã direi, quem dera
Volver a sê-lo!... Mais frio
O vento vago voltou.
Fernando Pessoa
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