Veja ou reveja alguns momentos do Serão Literário, no Café Tertúlia.
http://casacomumdastertulias.blogspot.com/2010/02/serao-literario-em-alcobaca-no-tertulia.html
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Love Story
Uma comovente história de amor que tem início ... numa biblioteca.
Pode ser do século passado, mas é uma boa motivação para a Semana do Amor.
Semana do Amor
www.ruadireita.comDepois da exposição sobre Maria Veleda, no contexto das comemorações da República e da educação para a cidadania, de 8 a 12 de Fevereiro,é a Semana do Amor, antecipada, este ano, porque o dia 14 de Fevereiro coincide com o Carnaval.
O Grupo de Economia/ Contabilidade,o Departamento de Línguas, o PESME, Alunos de Área de Projecto e a Biblioteca dinamizam diversas actividades: exposições, escrever declarações de amor, dar beijos, ler e reflectir sobre o amor e até uma "love parade" .O amor vai andar pela escola.
Informa-te e participa.
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Exposição sobre Maria Veleda
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Dia Escolar da Não Violência e da Paz

www.vides.org.br/portal/Noticia?codigo=41
Desde 1964, que o dia 30 de Janeiro foi escolhido para chamar a atenção da necessidade de uma educação permanente pela não violência e pela paz.É essencial educar para a solidariedade e para o respeito pelos outros.
O dia 30 de janeiro foi escolhido por ser o dia da morte de Gandhi, um defensor da paz, da tolerância e da justiça entre os povos.
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domingo, 17 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
A Matemática e o Amor: o poema e o vídeo
"Poesia Matemática", de Millôr Fernandes
Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.
Poema extraído do livro Tempo e Contratempo, Edições O Cruzeiro - Rio de Janeiro, 1954, página sem número, publicado com o pseudónimo de Vão Gogo.
Veja a adaptação feita por alunos brasileiros e inspire-se:
O texto do poema e do vídeo, como é lógico, está em portugês do Brasil.
Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.
Poema extraído do livro Tempo e Contratempo, Edições O Cruzeiro - Rio de Janeiro, 1954, página sem número, publicado com o pseudónimo de Vão Gogo.
Veja a adaptação feita por alunos brasileiros e inspire-se:
O texto do poema e do vídeo, como é lógico, está em portugês do Brasil.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Recordar Albert Camus
Albert CamusO Estrangeiro
Para assinalar o 50º aniversário da morte do Nobel da Literatura em 1957,a Biblioteca recorda um dos romances mais famosos de Albert Camus. Aproveite para ler ou reler.
Recomenda-se, também, o filme de 1967, do realizador italiano Luchino Visconti, baseado em L' étranger:
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sábado, 2 de janeiro de 2010
Acordo ortográfico origina desacordo...

Vale a pena ler o artigo publicado no Jornal Público:
http://dunazulx.spaces.live.com/blog/cns!E3F29B1545515506!4681.entry.
Leia a polémica e esclareça-se.
A BE não tem , para já, posição "oficial" sobre o tema,por isso a opinião aqui defendida é da responsabilidade da professora bibliotecária: só o Acordo pode salvar a sobrevivência da língua portuguesa no mundo.
Percam-se umas consoantes e uns acentos , mas conserve-se uma língua.
Claro que , numa primeira fase, vai haver reacções, confusões e convulsões, mas isso é inevitável. Informe-se e não discorde só por comodismo.
A Professora Bibliotecária
http://dunazulx.spaces.live.com/blog/cns!E3F29B1545515506!4681.entry.
Leia a polémica e esclareça-se.
A BE não tem , para já, posição "oficial" sobre o tema,por isso a opinião aqui defendida é da responsabilidade da professora bibliotecária: só o Acordo pode salvar a sobrevivência da língua portuguesa no mundo.
Percam-se umas consoantes e uns acentos , mas conserve-se uma língua.
Claro que , numa primeira fase, vai haver reacções, confusões e convulsões, mas isso é inevitável. Informe-se e não discorde só por comodismo.
A Professora Bibliotecária
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